HOMEOPATIA E CARACTERÍSTICAS HOMEOPÁTICAS

HOMEOPATIA E CARACTERÍSTICAS HOMEOPÁTICAS
ROSMEIRE PAIXÃO é Homeopata Clássica Terapeuta CONAHOM 1274 email: rosmeire.homeopatias@gmail.com

sábado, 28 de setembro de 2019

Aposte na Homeopatia - método seguro quando bem aplicado e seguido de boa avaliação

#homeopatiajundiai

Os benefícios da homeopatia são inúmeros e contemplam principalmente quem deseja um tratamento abrangente, personalizado e efetivo.


É comum encontrarmos pacientes que eram descrentes com esta prática médica, mas mudaram de ideia ao perceber que a homeopatia vale a pena. A efetividade é tanta que o Conselho Federal de Medicina a reconhece como uma especialidade desde 1980.

Apesar de a aprovação ter sido reconhecida há quase 40 anos, o método é muito anterior: foi criado há mais de 220 anos pelo médico alemão Samuel Hahnemann.

Descontente com a medicina da época, ele questionou os princípios dos medicamentos então utilizados, os quais consistiam no combate a doenças por meio de compostos completamente contrários a elas.

Após testes e pesquisas baseados em preceitos ainda mais antigos, Hahnemann desenvolveu a cura pelos semelhantes. A técnica baseia-se na escolha de compostos naturais com potencial de causar os mesmos sintomas da doença, neutralizando-os pela diluição e fazendo com que passem a atuar em defesa do equilíbrio do organismo e, consequentemente, contra a doença.

Desde então, a homeopatia se desenvolveu e se consolidou como uma maneira de prevenir e tratar doenças em bebês, crianças, adultos e idosos de maneira definitiva e menos agressiva.


Por que homeopatia faz bem?

Dar preferência ao uso de remédios homeopáticos ao invés dos alopáticos – nome dado às drogas tradicionais – traz uma série de benefícios.

O principal diferencial está no fato de que a prática leva em consideração a energia vital que regula cada indivíduo, tratando o organismo como um todo. Assim, as causas e consequências de determinado desequilíbrio são resolvidas, ao invés de apenas os sintomas. Com isso, há redução da probabilidade de retorno da doença, ou seja, uma cura realmente completa.

Além disso, não há risco de efeitos colaterais ou dependência, já que não há elementos nocivos nas composições.

O que a homeopatia trata?

A homeopatia trata doenças crônicas como rinite, diabetes, enxaqueca, hipertensão, artrite reumatoide e outras, além de doenças agudas como infecções do trato respiratório superior (amigdalites, otites, sinusites), pneumonia, problemas gastrointestinais, entre outros.

Também fortifica o sistema imunológico, responsável por proteger o organismo de vírus, bactérias e outros agentes patológicos.

  • Distúrbios mentais, como depressão, ansiedade e síndrome do pânico, também podem ser tratados com homeopatia, com excelentes resultados.

É preciso lembrar que, apesar de todas as vantagens da homeopatia fazer bem, cada indivíduo é único e, dependendo do grau de adoecimento, pode ser necessário um acompanhamento paralelo com a medicina tradicional, alopática além da Homeopatia até que se equilibrem as forças vitais do organismo e possa seguir apenas e para sempre com a Homeopatia.

terça-feira, 27 de agosto de 2019

A comunidade homeopática não deve aceitar pesquisas que não cumpram e não respeitem os princípios homeopáticos



PONTO DE VISTA PARA OS ENSAIOS HOMEOPÁTICOS E META-ANÁLISES


Professor George Vithoulkas

A maior parte dos ensaios em meta-análise tem muito pouco a ver com o teste da eficácia da homeopatia. Eles foram concebidos de acordo com o modo convencional de pensar (um remédio para uma doença específica). Isso não é homeopatia. Portanto, a comunidade homeopática não deve aceitar pesquisas que não cumpram e não respeitem os princípios homeopáticos. 

Quais são esses princípios:
Que a homeopatia não trata doenças, mas apenas indivíduos doentes. Portanto, cada caso pode precisar de um remédio diferente, embora sofra com a mesma patologia. Essa regra foi violada por quase todas as tentativas em todas as metanálises, mesmo naquelas tentativas que foram cunhadas como clássicas. Uma exceção foram os julgamentos que tentaram aproximar-se também da ideia dos princípios homeopáticos. P. Fisher e cols. 14 Jacobs e cols. 15 e Schwab 16 . Estes ensaios mostraram excelentes resultados, apesar de não terem seguido um processo de individualização completa dos casos.
Geralmente, há um agravamento inicial após a primeira prescrição, especialmente em casos crônicos que devem ser considerados como um sinal positivo. Esse fator foi totalmente ignorado. Além disso, deve-se dar tempo suficiente no projeto do estudo, a fim de superar o período de agravamento. 
Em um estudo recente publicado na Cephalalgia 17, o período de agravação foi avaliado como um sinal negativo e o grupo homeopático foi pronunciado pior do que o placebo. Cephalalgia recusou-se a publicar minhas objeções ao estudo. 18
Em condições crônicas severas, o homeopata pode precisar prescrever um segundo ou terceiro remédio antes que qualquer sinal de melhoria seja aparente. Tal prescrição deve ocorrer somente após avaliar os resultados pelo remédio anterior. Esta regra também foi ignorada em todos os estudos.
A pesquisa deve levar em consideração o período de tempo e a gravidade do caso. O prognóstico de uma condição crônica (o tempo possível após o qual uma melhora se instala através do tratamento homeopático) difere de acordo com o período de tempo em que a doença está ativa e a gravidade do caso. 

Ao concluir estas observações, permita-me sugerir:

uma. Todos os parâmetros acima para homeopatia deveriam ter sido discutidos com homeopatas especializados antes que os pesquisadores se comprometam a projetar ensaios homeopáticos, e Revistas Médicas devem fornecer mais revisores especializados para ensaios clínicos em homeopatia.

b. Existe uma necessidade de pelo menos um protocolo padronizado para ensaios clínicos que respeite ambos: os parâmetros de dupla ocultação, mas também alguns dos princípios homeopáticos. Só então esses testes poderiam ser aceitáveis ​​pela medicina homeopática e convencional. Com alguns dos meus colegas, estamos no estágio final de concluir esse protocolo.

Professor George Vithoulkas é um professor grego de medicina homeopática que é reconhecido em todo o mundo como a personalidade que restabeleceu a homeopatia no século XX. Ele estabeleceu padrões científicos sobre a teoria e a prática da homeopatia, treinou e treina milhares de homeopatas e médicos e muitos dos homeopatas clássicos mais conhecidos do mundo.

Referências
Linde K, N Clausius, Ramirez G, Melchart D, Eitel F, Hedges LV et al. Os efeitos clínicos dos efeitos placebo da homeopatia são os seguintes? Uma meta-análise de ensaios controlados por placebo. Lancet 1997; 350: 834-43.
Cucherat M, Haugh MC, Gooch M, JP Boissel, para o grupo HMRAG. Evidência de eficácia clínica da homeopatia. Uma meta-análise de ensaios clínicos. Eur J Clin Pharmacol 2000; 56: 27.
Barnes J, Resch KL, Ernst E. Homeopatia para íleo pós-operatório? Uma meta-análise. J Clin Gastroenterol 1997 Dez; 25 (4): 628-33.
Kleijnen J, Knipschild P, Ter Riet G. Ensaios clínicos de homeopatia. BMJ 1991, 9 de fevereiro; 302 (6772): 316-23.
Scheen A, Lefebvre P. A homeopatia é superior ao placebo? Controvérsia após uma meta-análise de estudos controlados. Bull Mem Acad R Med Belg 1999; 154 (7-9); 295-304; discussão 304-7.
Linde K, Scholz M, Ramirez G, Clausius N., Melchart D, Jonas WB. Impacto da qualidade do estudo no resultado em ensaios controlados com placebo de homeopatia. J Clin Epidemiol 1999 julho; 52 (7): 631-6
Vandenbroucke JP, ensaios homeopáticos: indo a lugar nenhum. Lance t 1997; 350: 824.
Langman MJS. Ensaios de homeopatia: razões para os bons, mas eles são justificados? Lancet 1997 350: 825
Ernst E, Barnes J. Os remédios homeopáticos são eficazes para a dor muscular de início tardio? Uma revisão sistemática de ensaios controlados por placebo. Perfusão 1998; 11: 4-8
Dean M. Fora de sintonia com a meta-análise da homeopatia da Lancet: mais objeções do que objetividade? J Altern Complement Med 1998 Inverno; 4 (4): 389-98.
Shipley M, Berry H, Broster G, M Jenkins, Clover A, Williams I. Ensaio controlado do tratamento homeopático da osteoartrite Lancet , 1983, i: 97-98.
Hariveauv, et al recherche clinique a L'Institut Boiron Homeopathie 1987; 5: 55-58.
Mossinger P. Misslungene Wirksamkeitsnachweise. Allg homopath Ztg 1976; 221 : 26-31
Fisher P, Greenwood A, Huskisson EC et al. Efeito do tratamento homeopático na fibrose (fibromialgia primária). BMJ 1989; 299: 365-366
Jacobs J, Jiminez LM, Gloyds SS e cols. Tratamento homeopático da diarréia aguda na infância: um ensaio clínico randomizado na Nicarágua. Br Hom Journal 1993; 82: 83--86
Schwab G. Lsst eich Wirkung homopathischer Hochpotenzen nachweisen? Karlsruhe: União Homopathische Deutsche; 1990.
Walach H, W. Haeusler T. Lowes, D. Mussbach, U Schamell, W Springer e outros, Hom. Treatm. de dores de cabeça crônicas Cephalalgia 1997; 17: 119-26
Vithoulkas G. Revisão crítica não publicada de classe. Hom. Treatm. de dores de cabeça crônicas em Cephalagia outubro de 1997 enviado para Cephalalgia e sua resposta.


domingo, 25 de agosto de 2019

Homeopatia pela lei da similitude consegue eliminar os metais impregnados no organismo, evitando danos à saúde e ao cérebro

#homeopatiajundiai

Metais pesados, hormônios e agrotóxicos estão na água que chega às torneiras




Análises apontam contaminação em amostras de fontes de abastecimento de SP, RJ, SC e CE, inclusive de água que passou por estação de tratamento. E as concentrações vão muito além do limite permitido. 


São Paulo – Medicamentos, hormônios sintéticos, metais pesados como chumbo, cádmio, alumínio e urânio e compostos orgânicos nocivos à saúde e ao meio ambiente, entre eles o agrotóxico glifosato, estão na água aparentemente pura e cristalina que chega às torneiras da população. Provenientes do esgotos doméstico e industrial, além de atividades agropecuárias, despejados em mananciais destinados ao consumo humano, atravessam estações de tratamento que adotam processos inócuos e obsoletos, que seguem protocolos defasados e parâmetros científicos superados.

A advertência é da engenheira química e professora titular do campus Curitibanos da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Sonia Corina Hess. Autora de pareceres técnicos para órgãos públicos, como defensorias e promotorias, a especialista é organizadora de um livro em fase de edição na Editora Expressão Popular, que reúne ensaios sobre poluição e doenças no Brasil.








Se caracteriza como metal pesado aqueles que geram efeitos negativos para a saúde e para o meio ambiente em menores concentrações. 

Isso ocorre porque eles são muito reativos, isto é, interagem facilmente com outras substâncias químicas para formar reações. Assim, agridem rapidamente as moléculas orgânicas do nosso organismo e comprometem permanentemente a sua função. Para piorar, como não são passíveis de metabolização, tornam-se um veneno silencioso e duradouro. Assim, eles acabam danificando a saúde do indivíduo lentamente ao longo dos anos sem que ele sequer sinta os seus efeitos.






Dos inseticidas

A legislação atual é bastante rígida com os níveis de metais pesados em pesticidas. Porém, infelizmente, isso não representa uma maior segurança para os consumidores. Muitos agricultores não utilizam inseticidas aprovados e compram os perigosos produtos do mercado negro.

Eles possuem níveis alarmantes de mercúrio e de arsênio. Como consequência, os alimentos produzidos com essas plantas se tornam ricos nessas substâncias. Assim, as pessoas podem passar anos consumindo metais pesados sem saber.

Ainda há um agravante bem sério: mesmo depois de anos utilizando pesticidas seguros, o solo dessas plantações ainda permanecem contaminados devido ao uso dos agrotóxicos ilegais.

Dos peixes 

A indústria frequentemente lança os resíduos de metais pesados no ambiente sem nenhum tratamento. Isso leva a uma contaminação de todo o ecossistema ao redor das fábricas. Frequentemente, esses ambientes também produzem alimentos para o consumo humano, o que pode levar ao envenenamento das populações humanas.
Os peixes são a principal preocupação, pois podem possuir enormes quantidades de metais pesados devido à bioacumulação. A cada avanço na cadeia alimentar, o peixe seguinte está mais contaminado, uma vez que terá se alimentado de vários organismos também contaminados. 


O chumbo

Fontes
O chumbo é um poluidor muito eficaz, pois é capaz de contaminar vegetais e animais das mais diferentes formas. Nas plantações, ele é capaz de penetrar por meio das raízes das plantas e das folhas, quando está presente no ar. Alguns compostos de chumbo são coloridos e foram amplamente utilizados em tintas, constituindo uma importante rota de exposição ao chumbo em crianças. Um 
estudo realizado entre 1998 e 2000 descobriu que 38 milhões de unidades de habitação nos Estados Unidos tinham tintas à base de chumbo.
A deterioração dessas tintas podem produzir níveis perigosos de chumbo na poeira doméstica e no solo. Essa tem sido uma das principais causas de intoxicação crônica no meio urbano.
Sintomas

No envenenamento agudo, os sinais neurológicos típicos são dor, fraqueza muscular, dormência e formigamento e, raramente, sintomas associados à inflamação do cérebro.

Outros sintomas comuns são dor abdominal, náuseas, vômitos, diarreia e constipação. Na boca, surge um dos primeiros sintomas identificáveis: o gosto metálico.

Além disso, a absorção de grandes quantidades de chumbo durante um curto período de tempo pode causar choque hipovolêmico (quantidade de líquido insuficiente no sistema circulatório devido à perda de água do trato gastrointestinal).

Uma outra consequência grave é a hemólise, que pode causar anemia e hemoglobina na urina. Também, as pessoas que sobrevivem ao envenenamento agudo costumam apresentar sintomas de intoxicação crônica com o passar dos anos.

Já o envenenamento crônico geralmente apresenta sintomas que afetam múltiplos sistemas, mas está associado a 3 principais: o gastrointestinal, o neuromuscular e o nervoso central.

Os sinais de exposição crônica incluem perda da memória de curto prazo e da concentração, depressão, náusea, dor abdominal, perda de coordenação, dormência e formigamento nas extremidades.

Fadiga, insônia, dores de cabeça, estupor, fala arrastada e anemia também são encontrados frequentemente no plumbismo crônico.

Em alguns casos, um sinal mais aparente pode surgir: uma linha azul ao longo da gengiva com borda negra azulada no limite com os dentes. Ela é conhecida como linha de Burton.


O Cádmio

Esse é um metal pesado extremamente tóxico e comumente encontrado em regiões industriais. Por isso, suspeita-se que durante a Revolução Industrial muitas pessoas possam ter sido envenenadas pela substância. Afinal, mesmo doses pequenas são capazes de causar efeitos bem severos.

Fontes

Atualmente, há duas fontes muito importantes de cádmio para os seres humanos:
Fabricação de baterias de celulares: o processo de fabricação desse equipamento libera diversos metais na natureza, como o lítio, o mercúrio e o próprio cádmio.Entretanto, como este último é tóxico em quantidades ínfimas, os casos de envenenamento são mais comuns.
Fuligem e fumaça industrial: o cádmio está presente em diversos processos industriais, mas não faz mal para os trabalhadores protegidos.Porém, quando não há um tratamento adequado, o cádmio é absorvido no trato respiratório, de onde ele facilmente invade outros tecidos corporais e pode levar à morte.
Sintomas

Os sintomas dependem da forma de contato com o metal, a dosagem e a duração da exposição:

Inalação aguda: Dor pleurítica no peito, dispneia, cianose, febre, taquicardia e náusea
Ingestão aguda: cólicas abdominais, diarreia, salivação, náusea grave e vômitos
Exposição crônica: doença pulmonar obstrutiva crônica (somente inalação), insuficiência renal crônica, pedras nos rins,dano hepático (raro), câncer de pulmão, osteomalacia e, possivelmente, hipertensão, câncer de próstata e proteinúria.

Livrar-se do efeito de metais pesados não é uma tarefa fácil.

Quando você já está intoxicado e demonstra sintomas, o único caminho será procurar um tratamento.Produtos farmacêuticos, como o 2,3-Dimercaprol, têm sido o principal suporte da terapia de quelação para o envenenamento por metais pesados. Entretanto, eles têm muitos efeitos colaterais graves. Esse processo funciona da seguinte forma: os agentes quelantes são aqueles que se ligam a íons de metais pesados de forma permanente e, em seguida, fazem com que essa substância seja excretada naturalmente pelo corpo.



A melhor maneira é buscar uma solução não intoxicante na própria natureza como a HOMEOPATIA pela Lei da similitude e NUTRIENTES BIOMOLECULARES específicos para ajudar na quelação e excreção natural desses elementos.

Lembrando que toda avaliação deve ser criteriosa e individual numa consulta homeopática. 
Fontes: 

sexta-feira, 24 de maio de 2019

CONIUM MACULATUM - A personalidade homeopática na prática.


CONIUM MACULATUM

Nodulo sólido/Personalidade física e emocional de Conium Maculatum.


Dureza e rigidez são de forma clara as principais denominações de Conium. Delas toda a expansão de mente nessa corrente de pensamento ou energia se torna destruídos.
Sua expansão é nociva, porque não possibilita crescimento fértil e sim o crescimento mórbido, aquele que não se remodelada, não organiza de forma clara e sim escura.
A pessoa que invoca e cultua a materialidade, pensa apenas em acumular, isso significa que tem um forte apego e por tanto suas idéias são fixas e rígidas. Os tumores de Conium são assim. Eles avançam em si mesmo, crescem em sua malignidade e em especial na sua rigidez física, não se movem, são tumorações.
A deterioração mental é corrosiva assim como o câncer. Ninguém simplesmente nasce assim, ele emoldura uma personalidade com o tempo e cresce em sua grande maioria em silencio. Por guardar muito, o Conium suprime sua melancolia profunda, suprime seus desejos sexuais, sua indiferença e sua depressão. Sufocam as alegrias e as florescências (em especial nas meninas perto dos períodos de iniciação da menstruação), maior fonte de ovários policísticos, essa personalidade é marcada pela absurda necessidade de se posicionar na vida adulta e de trabalho, viagens, dinheiro, jóias e poder.
O sonho das mulheres mudou e os ovários policísticos também. Na supressão dos sentimentos chegamos depois de um longo período a senilidade e na supressão da menstruação chegamos aos cistos em grandes proporções, impedindo muitas vezes a futura fecundação. Mais depressão e mais melancolia.
O ciclo vicioso permanece, pois esconder, ocultar e suprimir torna-se a essência do que futuramente se transforma em senilidade precoce ou envelhecimento precoce. A abstinência sexual das freiras foi muitas vezes estudada com um certo recado até que algum ginecologista optou por assim descrever as mulheres que não realizaram o sonho da gravidez. Ora, estando a gravidez intimamente ligada ao ato sexual totalmente proibitivo para elas.
Nos anos que se seguem o aumento dessas doenças ligadas a tumores sólidos tem alçado seu respaldo na qualidade de vida e principalmente nas opções que se faz. O conium envelhece antes da hora. Ele endurece, seja por religiosidade, visto que ele se apega a superstição exagerada, seja por poder.

O homem que reprime socialmente sua condição masculina desenvolve um desejo particular de posse. Sua companheira é uma de suas posses. Seu prazer é seu, portanto a rapidez em se satisfazer, sendo apenas ele o foco de desejo e satisfação avança fisicamente num quadro clássico de ejaculação precoce.
Suas predileções são claras por sal ou café, dois opostos marcantes, assim como pelos ácidos. Destilam acidez. Demonstram a marca única do sal ou necessitam de um café forte como eles. O grão do café é duro, a acidez trava e forma nódulos pela garganta, pelo estômago e rasga, o sal petrifica.
A personalidade de conium diz que o azul é vermelho e não permite que isso mude, com o tempo ele mesmo não sabe a diferença do azul e do vermelho e suas idéias se tornam vagas e confusas.

Muitos depressivos procuram ajuda, tentam achar um motivo, investigam, procuram ajuda, conium não, se o faz tem certeza absoluta de que interiormente não precisa mudar nada, é forte como uma rocha.
O homem por sua natureza já tende a colocar sua masculinidade no pênis, e o fazem ainda muito jovem, costumam se expandir, assim como o fazem com o estômago após a ingestão de leite (o leite acaba por ser um alimento ligado a infância e a carência). Por todo um período de séculos foi dado ao homem o perdão pelas pilhagens e por acumular coisas, pelo poder e por ter de ser sempre invencível, rígido e forte, por isso a depressão masculina é tão arrasadora. Não é por algo ou por alguém, é por si mesmo.

Quantos jovens tomam Roacutam hoje em dia por tumorações na face, principalmente na puberdade e quase sempre, salvaguardando aquelas que já cedo são vítimas de medicações errôneas que controlam seu sistema glandular e hormonal ainda bebês, são jovens com crises emocionais freqüentes, que sofrem por obter mais coisas e acumularem posses como seus pais, peles e rostos precisos, perfeitos, mundos perfeitos, meninas politicamente corretas e uma infinidade de novos casos de câncer de útero e ovário, nódulos ganglionares e ao cresceram, por volta dos 35 a 40 anos, são mulheres que engrossam a lista do câncer de mama. São homens com o crescente aumento do câncer de próstata.

O câncer devasta o corpo físico, a personalidade de conium cuida de se petrificar, endurecendo seus sentimentos e suas vontades mais intimas e mais simples.
Não só a mente, mais a expressão física acompanham a personalidade de Conium com uma peculiaridade toda especial, ao dormir, o momento sagrado em que o corpo relaxa, conium piora, transpira abundantemente, como se fechar os olhos fosse lhe fazer perder o controle.

A flacidez acentuada dos seios no período menstrual é um ponto bastante significativo se acompanhado por nenhuma excitação ao toque. Seu Abdômen é duro com sensibilidade ao toque, exatamente onde o abraço encontra seu reforço mais expressivo.
Conium tem dificuldades de entendimento, quer na conversação quer na leitura, assim como tem dificuldade em aceitar outras verdades que não a sua.
Não gosta das pessoas, é indiferente a elas, mas não quer estar só, assim como os nódulos ou as tumorações, hoje chamadas muitas vezes de petrificações mamárias, por exemplo.
Existe um ponto na escola de “chien” – dragão branco – na Medicina Oriental, chamado o “grande urso da montanha” e ele se localiza acima do joelho, as pessoas com câncer sentem muita fraqueza naquele ponto que as sustenta, os joelhos e muito frio nos pés, com freqüência de dormência, aliás a mente de conium não parece dormente para as modificação e ao longo dos anos não parece adormecida, esquecida e confusa das suas funções?

Até suas melhoras são partes claras de suas personalidades:


  • Melhora na obscuridade, sem ser perturbado, sem mudar nada, sem ser contrariado, permanecendo um enigma – isso acontece em várias fases da personalidade de Conium.
  • Melhora pelo movimento, podendo expandir ou ter um alívio do estado paralisado.
  • Melhora no calor e no afago, tanto por dentro como por fora – fase inicial da criança conium.
Dois fatores  são muito interessantes na personalidade de conium:


  1. A sua tristeza aparece periodicamente. De quinze em quinze dias como um relógio, metódico e rígido.
  2. Sente os músculos fracos e tem tremores, “AQUELE QUE NÃO EVOLUI, ACABA POR INVOLUIR”.

RELATO DE UM CONIUM MACULATUM:
Caso típico.

Trata-se de uma senhora, hoje com seus arrastados 74 anos de idade. Conta-se que até os 34 anos, mesmo com seu gênio forte, ela ainda se movimentava de forma elegante. Após essa idade, as pernas enfraqueceram, sua vaidade praticamente acabou, seu gênio piorou horrores. Se tornou uma mulher amarga e o fato foi ter sido contrariada a deixar sua cidade natal e mudar com o marido e filhos. No primeiro ano começaram os endurecimentos e logo depois sobreveio a 1ª operação – um nódulo rígido no ombro direito, na época falaram de bursite calcificada e artrose. Três anos depois piorou muito as dores nas pernas e a falta de flexibilidade dos joelhos e braços, assim como a falta de aceitação da casa nova, comprava tudo o que podia na cidade antiga e tentava não cortar o vínculo, começaram as vertigens, as espinhas da maturidade e tudo era um problema de menopausa precoce. Começaram as pedras nos rins com infecções constantes e o sexo ia muito mal. Dois anos mais tarde opera o de períneo e retira dois nódulos e um nos seios, com a justificativa de ser um caso comum, também da maturidade. Os filhos crescem e o casamento acaba. Depressão e estado mórbido, ódio e mais nódulos renais por 10 anos seguidos. Diagnóstico? Infecção urinária crônica. Não lê mais quase nada e se confunde nas mentiras contadas ao longo da vida. A pele escurece e o câncer de mama sobrevém. Duas cirurgias são realizadas e seguidas de quimio e rádio, desta vez são 14 calcificações mamárias. A personalidade é a mesma, rígida, intocável, incontestavelmente melancólica. A atividade mental sobrevive de remédios cada vez mais incapazes de controlar o que chamam de stress do câncer e a depressão avança, agora são de 4 a 6 crises por ano. Pergunta se aceita ajuda? Claro que não, foge de todos e reclama por tudo, todos os dias do ano.


"Compreender e entender a personalidade de um indivíduo próximo a nós é uma forma de carinho, atenção e amor. Isso pode ajudar e muito na construção de um mundo melhor, de melhor avalizarmos doenças e situações. Somos responsáveis por nós mesmos e co adjuvantes na vida dos outros a nossa volta. O caso de Conium é especial porque é atual, tumores sólidos. Graças a Deus os grupos de auto ajuda a portadores de cancêr e suas variáveis vem aumentando muito e já podemos ver muitos resultados.
Essa matéria foi solicitada por um e-mail desconhecido de uma mulher que nos pediu para saber mais sobre a medicação. Esperamos ter ajudado, entretanto se você acredita conhecer alguem nesses padrões sem o início da doença ainda, ou mais avançado, procure ajuda, procure um Homeopata, faça todos os exames e se preciso procure outras ajudas terapêuticas. Muito pode ser feito se fizermos em conjunto. Acredite sempre que é possível."

Um grande abraço,

Fonte: Artigo publicado em HOMEOPATAS DOS PÉS DESCALÇOS

domingo, 19 de maio de 2019

SAIS DE SCHUSSLER E A HOMEOPATIA

Wilhelm Heinrich Schüßler - também escrito Schuessler  nasceu na Alemanha em 1821, estudou língua estrangeira – latim, grego, francês, inglês, espanhol e italiano, mas, optou por medicina, na realidade por Homeopatia.
Estudou homeopatia e medicina em quatro universidades e chegando ao seu M.D, retorna a sua cidade natal para clinicar.
Em 1873 ele publica “RESUMO DE TERAPEUTICAS HOMEOPÁTICAS”e em 1874 publica seu primeiro livro, “RESUMO DE TERAPIAS BASEADO NA FISIOLOGIA E PATOLOGIA CELULAR”.


“A restauração das células nas pessoas, resultando na restauração das deficiências dos sais inorgânicos”. Assim ficou conhecido, como o Sistema de Schussler ou a chamada Teoria Bioquímica. Este por sua vez é um desdobramento da homeopatia e como foram usados 12 sais da medicina homeopática, sua concentração foi densa. Mesmo que saibamos que os sais bioquímicos supram as deficiências dos tecidos e células do corpo e restaurem sua vitalidade, feitos de forma homeopática, eles criam uma espécie de desordem no estímulo da força vital para a formação natural da doença.

Por essa razão a teoria de Schussler ou os Sais de Schussler são considerados como a desordem corporal e homeopaticamente falando, restauram a vida e solucionam a desordem emocional.

Ainda segundo ele, todo distúrbio no movimento molecular desses sais celulares no seio dos tecidos vivos, em consequência de um déficit de sua proporção normal, constitui uma doença. Para combater essa doença e restabelecer o equilíbrio necessário é suficiente administrar esses sais minerais em quantidades mínimas. Assim sendo, “o método bioquímico substitui os esforços curativos da natureza pela substancia que faz falta nas partes afetadas, ou seja, pelos sais inorgânicos”.

BASES DE FREQUENCIA:

Casos agudos – uma dose a cada hora ou duas horas.
Casos crônicos – uma a quatro doses por dia.
Casos severos de dolorimento – uma dose a cada dez ou quinze minutos.

DEFINIÇÕES DE DINAMIZAÇÃO

D12 é para Ferr – p; Sil; Calc – f.
D6 para todos os outros.

TOMADAS SEPARADAS

Calc-f D12
Kali-m D6
Nat-m D6

Ferr-p D12
Calc-p D6
Kali-p D6
Nat-p D6
Mag-p D6

Calc-s D6
Kali-s D6
Nat-s D6

Silícia – D12

Schussler morre em 1898 aos 77 anos, mas sua obra permanece até hoje, como uma grande contribuição. Vários e vários homeopatas se debruçaram nos seus estudos e no seu sistema. Muitas foram às vitórias em situações difíceis e muitos outros casos e estudos vieram à tona.

O que sabemos é que no período da gestação, ou da gravidez, propriamente dita, o uso dos Sais de Schussler marcou presença e ainda hoje deve ser visto como uma ajuda possível. 

A ele, o nosso respeito e o nosso muito obrigada, mesmo depois de mais de cem anos da sua obra. Esta, faz parte do nosso dia a dia.

Para usá-los de forma correta, consulte um homeopata.

sábado, 11 de maio de 2019

Homeopatia e a ciência da longevidade saudável



SAÚDE 
É DE NATUREZA PLURIDIMENSIONAL


Segundo a organização mundial da saúde, OMS:
SAÚDE É UM ESTADO GERAL DE EQUILÍBRIO
DO INDIVÍDUO, NOS ASPECTOS FÍSICO,
SOCIAL, PSICOLÓGICO, EMOCIONAL,
INTELECTUAL E ESPIRITUAL.
         
É A SENSAÇÃO DE BEM ESTAR  

Estima-se que 7 em cada 10 exames médicos estejam alterados devidos à Disfunções ou Doenças Crônicas




Insônia
Dores de Cabeça
Nervosismo
Stress
Depressão
Problemas Cardiovasculares
Hipertensão
Angina
Anemia
Dores na coluna
Problemas Digestivos
Certos Tipos de Câncer
Alergias
Problemas de Pele
Psoríase
Osteoporose
Artrite
Dermatites
Diabetes (Tipo II) e outros...

O SISTEMA DE TRATAMENTO HOMEOPÁTICO É A  MEDICINA DO INDIVÍDUO QUE ADOECE E NÃO APENAS DOS SINTOMAS. 

A Homeopatia entendendo a doença como um desequilíbrio da força  vital, procura através dos sinais e sintomas a cura através  de substâncias semelhantes.

É apenas a ENERGIA VIBRACIONAL de cada substância e  não  as propriedades moleculares,  que  atuam  nos campos  energéticos sutis reequilibrando as defesas vitais já existentes em cada um.


Nunca adoecemos num determinado órgão do nosso corpo apenas; não se separa o corpo da mente. 

Qualquer sintoma, por mais simples que seja, significa um desequilíbrio para todo o organismo. 

E isso acontece de forma muito individual (cada pessoa faz a doença a sua maneira. 
Por isso a HOMEOPATIA trata a pessoa e não apenas a doença.


A Homeopatia é capaz de tratar qualquer  doença curável, ou ainda, reduzir os efeitos colaterais  dos tratamentos convencionais, como a  quimioterapia e a radioterapia, aplicadas no  caso do câncer. É um tratamento que pode ser  adotado por pessoas de qualquer idade, sendo  ideal para bebês, grávidas e idosos, pela  baixíssima ou ausência de ocorrência de efeitos adversos.

Durante o tratamento, o homeopata busca individualizar ao máximo seu cliente a fim de encontrar o remédio que mais se adapte às suas queixas e que seja o mais semelhante possível ao indivíduo que adoece, o remédio SIMILLIMUM.
Para iniciar um tratamento homeopático basta notar alguma irritabilidade a mais, um desconforto com o meio em que vive; se perceber situações cotidianas que se repetem sem que você tenha forças para mudá-las. 
  • DOENÇAS AGÚDAS OU CRÔNICAS. 
  • TRATAMENTO PREVENTIVO OU MIASMÁTICO.
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quarta-feira, 13 de março de 2019

A HISTÓRIA DA HOMEOPATIA

A Homeopatia foi criada e desenvolvida pelo médico alemão: Dr. Samuel Christian Frederich Hahnemann em 1796.

As demonstrações de Hahnemann convencem aqueles que possuem integridade intelectual para a convicção científica. A era da experimentação científica, médica, principia com Hahnemann.

Hahnemann experimentou cientificamente com o fim de observar cientificamente. Experimentou sempre a sua indução cientificamente nos seus doentes e fez do seu método da semelhança dos sintomas o método central curativo da terapêutica científica, método seguido há mais de um século. Os resultados comprovam a tese de Hahnemann.



É o “Organon da Medicina” de Hahnemann que ensina o método da semelhança dos sintomas como a base experimental do diagnóstico patológico e terapêutico, como o verdadeiro caminho da medicina científica.

História da Homeopatia



Hahnemann, inconformado com os métodos terapêuticos agressivos empregados naquela época, geralmente incapazes de proporcionar saúde aos doentes, abandonou o exercício da Medicina após 10 anos de carreira e passou a viver de traduções, já que era um profundo conhecedor de vários idiomas. Traduzindo uma matéria médica sobre uma substância chamada China (Cinchona officinalis) - usada para curar a malária - e discordando das explicações sobre seus efeitos, resolveu testá-la em si mesmo, descobrindo suas qualidades curativas e comprovando a lei de cura pelos semelhantes (já descritas por Hipócrates, “Pai da Medicina”, em 460 a.C.). 

Foi então que elaborou o Organon da Arte de Curar - livro onde se encontram registradas as bases de sua Arte Médica, um sistema terapêutico mundialmente reconhecido que chegou ao seu auge total na cura das doenças crônicas na sua 6a edição.

Esta sexta edição do “ “Organon” de Hahnemann é a mais elevada concepção da filosofia médica, cuja interpretação prática guiará o homeopata, por meio da Lei da Cura, a um mundo novo em terapêutica.


A Sexta edição do “Organon” é uma edição acrescentada e alterada da quinta edição editada em 1833.
Hahnemann estava em Paris e já com 86 anos de idade quando comunicou ao seu amigo e discípulo Boenninghausen a preparação desta obra. Escreveu também ao seu editor Mr. Schaub, em Dusseldorf (em Fevereiro de 1842), informando-o desta sexta edição, resultado de dezoito meses de trabalho dizendo-lhe que esta obra era a que mais se aproximava da perfeição. Exprimiu também o seu desejo de que fosse editada com muito cuidado tendo em atenção o papel e a letra. Esta seria a última edição e por isso a mais bela.
As alterações mais importantes feitas nesta edição são:
- A nota extensa ao parágrafo 11 dá grande importância à pergunta “O que é a influência dinâmica?”
- Nos parágrafos 22 e 29 fala-nos da sua última concepção em relação ao princípio-vital-dinâmico-térmico, que usa em todas as edições anteriores, passando a falar em força vital.
- Os parágrafos 52 e 56 foram completamente escritos de novo.
- Acrescentou extensas notas aos parágrafos 60 a 74.
- Renovou quase todo o parágrafo 148 que se refere à origem da doença negando que a Materia Peccans seja o primeiro factor etiológico.
- Os parágrafos 246 a 248 respeitantes às doses de tratamento das doenças crónicas, são muito importantes. Principia aqui com a dose única e aconselha a repetição das doses, mas noutras potências.
- Nos parágrafos 269 a 272 ensina-nos a técnica para a preparação dos medicamentos homeopáticos, especialmente de acordo com as suas últimas ideias.
- No parágrafo 273 fala-nos da questão do uso de dois remédios ao mesmo tempo, sempre que não sejam compostos químicos. Todas as dúvidas da impropriedade de tal procedimento estão esclarecidas neste parágrafo.
- A nota ao parágrafo 282 é nova e muito importante. O tratamento das doenças crónicas que dependem da psora, da síphilis ou da sicosis, separa-se por completo do que aconselhava em edições anteriores. Agora aconselha que se comece o tratamento mais cedo com grandes doses do remédio específico e se necessário várias vezes ao dia e gradualmente passar para dinamizações mais altas. Para as verrugas considera necessária a aplicação local acompanhada do uso interno do mesmo remédio.


Homeopatia no Brasil

A prática homeopática chegou ao Brasil no dia 21 de Novembro de 1840, graças ao médico francês Jules Benoit Mure. Nessa data, passou a ser comemorado, em nosso país, o “Dia da Homeopatia”.

Homeopatia é reconhecida como uma especialidade médica  pelo Conselho Federal de Medicina desde o ano de 1980.

A Homeopatia é uma ciência que surgiu da observação de fatos. Essa forma de tratamento colabora com as vias naturais de cura do organismo e baseia-se em algumas leis da natureza.


Leis e Princípios em que se baseiam a Homeopatia

I. Lei dos Semelhantes

Toda substância capaz de provocar determinadas alterações (sintomas) em uma pessoa sadia, é capaz de curar essas mesmas manifestações, quando apresentadas por uma pessoa doente, após passar por um processo especial de preparação (farmacotécnica homeopática).
Por exemplo: O medicamento homeopático Coffea cruda (café) é utilizado para curar, entre outros, a insônia porque pode causar insônia em determinados indivíduos.

“Os semelhantes curam os semelhantes”

II. Experimentação no Homem São

O medicamento homeopático só pode curar nos doentes os mesmos sintomas que pode provocar nas pessoas com saúde durante as experimentações dos medicamentos.

III. Medicamento Diluído e Dinamizado

Já foram testados até hoje cerca de 3.700 medicamentos.

Eles são preparados de tal maneira que liberam sua energia curativa pelo processo chamado de dinamização (diluição e agitação das substâncias).

Os medicamentos têm várias formas de apresentações: líquidos, glóbulos, pastilhas, pó (papel), tabletes.

Os medicamentos homeopáticos vêm da natureza e podem ser dos três reinos: animal, vegetal, mineral.

IV. Medicamento Único

Hahnemann preconizava somente um medicamento por vez. Nesta questão temos atualmente, várias outras correntes que defendem o uso de mais de um medicamento.

A Homeopatia procura individualizar o paciente e trata cada um baseando-se na filosofia vitalista, em que toda pessoa possui uma energia que a mantém viva, chamada energia vital. Essa energia vem do Universo e está presente em todos os Reinos (animal, vegetal e mineral), só que em estados diferentes.

Mantém o funcionamento harmônico de todo o nosso organismo no estado de saúde. Quando a energia vital está em desequilíbrio começam a aparecer as doenças.

O desequilíbrio dessa energia manifesta-se no corpo e na mente. A homeopatia observa todas as mudanças que ocorrem quando se fica doente: humor, disposição, ânimo, apetite, sono, sede, transpiração, funcionamento dos intestinos, etc.


  • Para a Homeopatia, cada pessoa é única, isto é, não se divide.

Ela trata o doente levando-se em conta não só suas queixas físicas, mas, principalmente, o modo como pensa, seus hábitos, predisposições herdadas dos familiares, a maneira como reage aos acontecimentos da vida...


  • “Corpo e mente são inseparáveis”

Enfim, a Homeopatia tenta conhecer a totalidade da pessoa, ou seja, suas qualidades características.

O medicamento homeopático que atua de modo favorável em uma pessoa pode não atuar de modo favorável em outra, como também, a rapidez do efeito curativo dos medicamentos pode variar de indivíduo para indivíduo.

Ao contrário da medicina convencional, onde uma mesma doença em pacientes diferentes, pode ser combatida com a mesma medicação, na Homeopatia isso dificilmente acontece.

Sendo assim a homeopatia:

  • Pode proporcionar cura rápida, suave e duradoura.
  • Não causa intoxicações medicamentosas.
  • Valoriza a pessoa, como um todo, e não apenas os sintomas da doença.
  • Pode impedir ou retardar a manifestação de doenças hereditárias.
  • Reduz a predisposição às moléstias.
  • É capaz de evitar algumas cirurgias (amígdalas, adenóides, hemorróidas, etc.).
  • Atende casos com diagnósticos não esclarecidos pela Medicina Convencional.
  • É capaz de identificar e restabelecer o organismo doente antes de surgirem lesões em órgãos e tecidos
  • Possibilita a reação do organismo como um todo.
  • Os medicamentos homeopáticos são mais baratos.
  • Promove a saúde
  • Estimula e modula o Sistema Imunológico.