HOMEOPATIA E CARACTERÍSTICAS HOMEOPÁTICAS

HOMEOPATIA E CARACTERÍSTICAS HOMEOPÁTICAS
ROSMEIRE PAIXÃO é Homeopata Clássica Terapeuta CONAHOM 1274 email: rosmeire.homeopatias@gmail.com

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

CLORETO DE MAGNÉSIO - EM HOMEOPATIA A MAGNÉSIA MURIÁTICA

Características da personalidade homeopática:
Não digere nem as coisa nem a vida

Conhecido como um dos maiores antipsóricos da matéria médica seus maiores pontos chaves são: Controle, Imaginação, sensibilidade e Nostalgia, se juntar tudo isso chegamos a Magnésia Muriática. A ansiedade dessa personalidade acontece depois que ela fecha os olhos para dormir (fala e gesticula ansiosamente enquanto dorme) e nem pense em insônia, porque não é, assim que ela termina de comer, com febre e sensações de estar adoecendo por causa da comida e 2 a 3 dias antes e depois do período menstrual.
Ruídos e vozes, murmúrios e sustos. Essa personalidade é facilmente sensibilizada por essas condições. Assim sendo o estado de angústia que ela acorda após um pesadelo é de dar dó.
Não gosta de conversar, prefere estar só e tem o choro fácil e a nostalgia bem presente. A maior dúvida e sentimento que tem é a de não saber nada da sua gestação, de como foi, se sofreu, como era... Seu medo é de achar que alguém ou alguma coisa está atrás dele ou acabou de morrer bem atrás dos seus passos.
No fundo a Magnésia Muriática não digere nem as coisa nem a vida. Disfarça e passa por cima até o adoecimento e de uma forma de tirar o chapéu, poucas medicações se dão a esse luxo. Talvez a toxidade de sua personalidade/estrutura física venha daí.
Virtudes na vida diária não faltam a essa Magnésia, luta contra a violência de forma bem marcada. Os outros há uma excelência em comportamento, mas ninguém vai conviver intimamente com ele. O medo da perda e a necessidade de se fechar são enormes. Cuida da resolução dos outros e, portanto é tido como pacificador, o grande conselheiro, o mediador das causas sensíveis e difíceis, aberto a ajudas e sempre buscando um trabalho conjunto e nem pense que ele não vem trabalhando o seu próprio caminho, mas não se convence do seu crescimento pessoal, sempre falta algo, a nostalgia de um fato que não pode saber; que não lhe é possível saber.
O controle e a tolerância que essa medicação usa para com os outros e o trabalho, são igualmente depositadas internamente, ou seja, não há fígado que aguente. Esse órgão por sua vez, vem distribuir ao longo dos anos todas as doenças graves que afligem essa personalidade e em todas as abrangências.
Na medicina oriental o fígado é responsável pelos músculos e a dispersão da adrenalina – pense não dispersar essa supressão toda? Dores, dores, dores.
Assim corre para os doces e sente a necessidade da fruta para aliviar os ácidos que produz. A vontade de estar livre de tudo e de pensar sobre tudo é tão grande que se estiver nevando, ele põe o casaco e vai dar uma voltinha. Tudo ao ar livre melhora.
Adoecendo com o passar do tempo a expressão de azedo toma conta das usas ações e da sua fisionomia, o medo de perder, a insatisfação, a falta de vida emocional e a constante necessidade de se fechar, acaba por dominar e adoecer a Magnésia Muriática ao longo dos anos e muito dificilmente verá isso. Eis uma medicação de difícil ajuda e ajuste do remédio. A sua vida é difícil, não consegue achar os suportes que oferece aos outros. A sua crise histérica com choro compulsivo chega quando já está pra lá de insuportável e ainda é capaz de sentir uma enorme raiva se mantendo com o semblante de calma profunda.
Seu senso de dever ultrapassa o que normalmente conhecemos e a sua sensibilidade emocional para tudo também.
Nas mulheres as regras com coágulos e sangue negro são comuns, seguem-se transtornos uterinos. De forma geral sendo o fígado seu órgão de eleição, a icterícia, a psoríase, as dores nas costas e no corpo como se tivessem levado uma surra fazem parte da sua vida.
Quando a ansiedade não encontra saída explode em erupções. Para essa medicação todos os problemas dos outros tem solução e mesmo que não fuja dos seus próprios problemas, ele não encontra saída, imerso em si mesmo.
Algumas considerações devem ser relatadas aqui, a Magnésia Muriática ou cloreto de magnésia também está na lista dos melhores remédios para o tratamento de pólipos e verrugas, além de Thuya, provavelmente é a medicação que mais se é aplicada para esses casos.

Outras indicações úteis ficam a cargo de algumas reclamações específicas e indicações de deficiências já estabelecidas como:

1. Bulimia;
2. Grande e devastadora fome sem que se possa saber ao certo o que se deseja comer – ligado diretamente ao alto grau de ansiedade;
3. Urticária que se apresenta apenas a beira mar;
4. Maus efeitos de banhos de mar – passa mal, pois o relaxamento normal das pessoas diante do mar e da água salgada não ocorre;
5. Total falta de sensibilidade da bexiga e da uretra, sendo que se a pessoa não ver a urina sair, não poderá dizer que urinou, ela não sente nada;
6. A hipertrofia do fígado em crianças e a congestão hepática em adultos com a língua amarela são indicativos altos do uso da Magnésia Muriática.

Indicações homeopáticas como: Lycopodium, Belladonna, Nux Vômica, Pulsatilla, Sépia e Natrum Muriaticum devem ser observadas com cuidado, pois apresentam semelhanças no diagnóstico diferencial, além de servirem como complemento da própria Magnésia Muriática.
FONTE:Homeopatas dos Pés Descalços
(lembre-se de consultar a sua Homeopata)

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

O tratamento homeopático é lento?


 Nem sempre o tratamento homeopático é lento. Depende da doença e do paciente. Há doenças que se desenvolvem de maneira rápida – são as doenças agudas, que podem ser tratadas também de forma rápida. E outras que se manifestam lentamente – as doenças crônicas -, curadas de forma mais lenta.
A duração do tratamento depende da idade do paciente, do tempo da doença e dos tratamentos a que a pessoa foi submetida anteriormente.
Durante o tratamento das doenças crônicas, pode haver períodos de melhora ou de piora, considerados absolutamente normais.
Os sintomas vão ficando cada vez mais fracos, até desaparecerem por completo.

Como a Homeopatia vê cada pessoa?

Para a Homeopatia, cada pessoa é única, isto é, não se divide.
Ela trata o doente levando em conta não só suas queixas físicas mas, principalmente, o modo como pensa, seus hábitos, predisposições herdadas dos familiares, a maneira como reage aos acontecimentos da vida... Enfim, a Homeopatia tenta conhecer a totalidade da pessoa, ou seja, suas qualidades características.
Os seres humanos são diferentes uns dos outros e, portanto, possuem energias diferentes. Por isso, o medicamento homeopático que atua de modo favorável em uma pessoa pode não atuar, ou atuar de modo desfavorável em outra pessoa.
Ao contrário da medicina convencional, onde uma mesma doença em pacientes diferentes pode ser combatida com a mesma medicação, na Homeopatia, mesmo em se tratando de um problema comum, a terapia varia de acordo com as reações próprias de cada indivíduo.

O que a Homeopatia trata?

A Homeopatia não se aplica apenas a casos mais leves ( como resfriados), a doenças crônicas persistentes, alergias, etc. Ela trata, também, moléstias agudas e infecções, sendo útil em queimaduras, ferimentos e em primeiros-socorros. O uso de medicamentos não substitui as práticas padronizadas de primeiros-socorros, nem os cuidados médicos apropriados.
Mas é importante lembrar: a Homeopatia não faz milagres. Só cura o que for curável! Por exemplo, algumas doenças surgem no momento da concepção (fecundação do óvulo pelo espermatozóide), como a hemofilia e a Síndrome de Down. São as chamadas doenças hereditárias. Essa condição é como a cor dos olhos: não se pode mudar. Mas o tratamento homeopático pode diminuir a predisposição desses pacientes a ficarem doentes.

Nas doenças chamadas profissionais, como o saturnismo (intoxicação pelo chumbo), silicose (doença dos trabalhadores que atuam junto às pedreiras), etc. o tratamento homeopático pode ser muito útil. De qualquer forma, há necessidade de serem mudadas as condições de trabalho.
Nas doenças carenciais – isto é, aquelas provocadas pela dificiência de vitaminas, proteínas, minerais, etc., como escorbuto (deficiência de vitamina C) ou má nutrição protéico-calórica -, o principal tratamento é o próprio alimento. Por isso é importante uma alimentação equilibrada e saudável.

As doenças parasitárias são conseqüência da falta de higiene e saneamento. O medicamento homeopático pode equilibrar o organismo, expulsando esses parasitas. Mas não se pode reverter essa situação social. Em alguns lugares, essas doenças são condições permanentes, endêmicas, de difícil controle, tanto pelo método homeopático, como pelo alopático.
Nos casos de maior urgência, quando está em jogo a vida do paciente (asfixia, grandes hemorragias e situações de emergência cirúrgica) e não há tempo para a ação do remédio homeopático, deve-se recorrer ao arsenal terapêutico convencional.
Enfim, o tratamento homeopático pode ser útil, sozinho ou associado ao tratamento convencional, para todos os doentes.

Como é o tratamento homeopático?

A homeopatia trata os doentes com base na filosofia vitalista, levando em consideração que toda pessoa possui uma energia que a mantém viva – a chamada energia vital. Essa energia vem do Universo e mantém o funcionamento harmônico de todo o organismo no estado de saúde. Quando a energia vital não está em equilíbrio, fica-se doente.
O desequilíbrio dessa energia manifesta-se no corpo e na mente. Observe todas as mudanças que ocorrem quando se fica doente: humor, disposição, ânimo, apetite, sono, sede, transpiração, funcionamento dos intestinos, etc.
Não há doença do corpo que não afete a mente, nem doença da mente que não afete o corpo. Corpo e mente são inseparáveis.

A cada dia aumenta o número de médicos e de outros profissionais de Saúde (dentistas, veterinários, farmacêuticos, terapeutas, psicólogos, etc) interessados em conhecer, estudar e aplicar a Homeopatia.

Atualmente, existem cursos de Especialização em Homeopatia em quase todos os Estados brasileiros.

terça-feira, 21 de julho de 2015

Esclarecendo a Homeopatia

Segundo a compreensão homeopática do processo saúde-doença a verdadeira cura não significa o simples desaparecimento deste ou daquele sintoma em si; ela requer que o doente tenha atingido um ótimo estado de equilíbrio geral, físico, emocional e psíquico.

Grande incompreensão existe a respeito da Homeopatia, sendo confundida, pela maioria das pessoas, com a Fitoterapia, que é a utilização de plantas medicinais no tratamento de doenças, que se assemelha mais ao tratamento convencional do que ao modelo homeopático, como veremos a seguir.

Desde a Grécia Antiga, a Medicina possui duas correntes terapêuticas, fundamentadas no princípio dos contrários e no princípio dos semelhantes. Em consequência do princípio dos contrários surgiu a chamada “Alopatia” (Enantiopatia) e a própria Fitoterapia, que buscam suprimir os sintomas das doenças com substâncias (sintéticas ou naturais) que atuem “contrariamente” aos mesmos (“anti-”) (Ex: anti inflamatório para a inflamação, anti ácido para a acidez, antidepressivo para a depressão, antitérmico para a febre, etc.).

Baseando-se no princípio dos semelhantes, em 1796, o médico alemão Samuel Hahnemann criou a Homeopatia (tratamento através de substâncias que causam sintomas “semelhantes” aos da doença a ser tratada), apoiando-se na observação experimental de que toda substância capaz de provocar determinados sintomas numa pessoa sadia pode curar estes mesmos sintomas numa pessoa doente. Contrariamente ao que se pensa, a Homeopatia é um sistema científico definido, com uma metodologia de pesquisa própria, apoiada em dados da experimentação farmacológica dos medicamentos em indivíduos humanos (sadios), reproduzidos ao longo dos séculos.
O homeopata tem como finalidade encontrar um medicamento que foi capaz de causar nos indivíduos sadios sintomas semelhantes (“homeo”) aos que se desejam combater nos indivíduos doentes, estimulando o organismo a reagir contra a sua enfermidade. As ultra diluições das substâncias (medicamento dinamizado) são utilizadas com o intuito de diminuir o poder patogenético das mesmas, evitando uma possível agravação dos sintomas quando se administram doses fortes de uma substância que causa sintomas semelhantes aos do paciente, de forma análoga às doses infinitesimais da imunoterapia clássica.

Cada medicamento homeopático experimentado em indivíduos humanos (sadios) provoca uma série de sintomas (mentais, gerais e físicos), que devem ser semelhantes aos sintomas do indivíduo doente, para que se consiga trazê-lo de volta ao estado de saúde. Em vista disso, torna-se indispensável o conhecimento dos sinais e sintomas objetivos e subjetivos do paciente, a fim de podermos encontrar o medicamento que mais se lhe assemelhe. É por isso que o médico homeopata se interessa por particularidades individuais, considerado estranho por quem não entenda o modelo homeopático.

Assim sendo, é imperioso realizar um interrogatório abrangente e minucioso, no qual o homeopata busca compreender a totalidade sintomática característica do indivíduo, manifesta na forma de ser e reagir frente as situações cotidianas, ao meio e às pessoas que o cercam. Tudo que diga respeito ao paciente exprime o estado de sua vitalidade, desde os conteúdos imaginários e fantásticos, passando pelos sonhos, sensações, sentimentos e pensamentos, incluindo as características gerais e físicas que o caracterizam. O homeopata espera que o paciente expresse os seus sofrimentos físicos, psíquicos e emocionais de forma espontânea, sincera e detalhada, a fim de que num clima de compreensão mútua possa-se desenvolver o trabalho de equipe na busca do medicamento correto (individualizado).

Para isso ocorrer, torna-se fundamental ao paciente e aos que o acompanham a observação constante do seu modo de pensar, sentir e agir, buscando entender as causas profundas que o fizeram adoecer e renovando em si mesmo o diálogo interior na prática do ensinamento grego: “conheça-te a si mesmo”. Devemos frisar que o entendimento íntimo do ser humano é um trabalho difícil e incomum, mas pode ser adquirido de forma gradativa segundo o esforço que cada um empregue nessa tarefa de auto-análise, estando nesse conteúdo de “conflitos” (suscetibilidades), geralmente, o fator desencadeante para a instalação de grande parte das doenças e enfermidades humanas.

Em vista desse grau de complexidade do ser humano (equilíbrio bio-psico-sócio-espiritual), que deve direcionar a escolha do medicamento homeopático individualizado, o tratamento pode ser mais ou menos demorado, considerando-se também a gravidade e a duração da enfermidade.

Para os sintomas físicos, com os quais estamos mais familiarizados segundo a medicina convencional, devemos observar todas as particularidades ou modalidades que os tornam característicos a cada indivíduo: tipo de dor ou sensação; localização e irradiação; época e hora de surgimento; fatores de melhora ou piora; sintomas ou sensações concomitantes; etc.

Quanto aos sintomas gerais, que representam as características generalizantes do organismo e que se relacionam aos vários sintomas melhorando ou agravando-os, devemos valorizar as seguintes modalidades: posições ou movimentos; temperatura, clima ou estação do ano; condições atmosféricas e do tempo; comidas e bebidas; transpiração, eliminações, evacuações; etc.

A grande importância dada por Hahnemann aos sintomas mentais, ou seja, às características relacionadas ao pensar e ao sentir, ao caráter e à moral, mostra a compreensão ampla que ele tinha do binômio doente-doença, por abordar um tema (psicossomática) que apenas recentemente começa a ser valorizado pela medicina convencional. São esses os sintomas mais difíceis de serem relatados, por constituírem um plano mais importante da individualidade e por delatarem nossas “limitações” e “fraquezas” (suscetibilidades) que, por defesa, buscamos esconder a todo custo. No entanto, esses mesmos sintomas estão diretamente relacionados aos desequilíbrios fisiológicos (sistema integrativo psico-neuro-imuno-endócrino-metabólico) que predispõem o surgimento das diversas classes de doenças ou enfermidades (“mente sã em corpo são”).

Na escolha do medicamento individualizado para o binômio doente-doença, a Homeopatia procura abranger com um único medicamento a totalidade característica dos sintomas, buscando na compreensão íntima do indivíduo as suscetibilidades mentais, gerais e físicas que o fazem adoecer. Importa frisarmos que a Homeopatia não é inócua, podendo causar danos ao organismo quando mal empregada, devendo-se evitar a auto-medicação pouco criteriosa.

É de fundamental importância que o paciente (ou seus acompanhantes) observe o aparecimento de qualquer mudança significativa após a ingestão do medicamento, em todos os níveis (mentais, gerais e físicos), anotando-se as suas características particulares, época de surgimento, duração, intensidade, etc. Algumas vezes, podem ocorrerreações passageiras (agravação inicial dos sintomas, retorno de sintomas antigos, episódios febris benignos, eliminação ou exoneração através da pele, das secreções ou por vias naturais, etc.), indicando que o organismo está reagindo na busca de seu equilíbrio e, por isso, devem ser respeitadas. Vale ressaltar que, quando ocorrerem, essas reações benéficas são breves e acompanhadas de uma melhora do quadro geral, tornando-se muitas vezes imperceptíveis. O surgimento de sintomas novos e incomodativos que antes não existiam, além das reações intensas e prolongadas, devem ser comunicados ao médico, de forma análoga aos efeitos adverso-colaterais do tratamento convencional.

Com esses breves esclarecimentos, desejamos auxiliar os indivíduos a compreenderem aspectos básicos do modelo terapêutico homeopático, familiarizando-os com conceitos e condutas diversas do modelo da medicina alopática ou convencional.

“No estado de saúde, a força vital imaterial, que dinamicamente anima o corpo material, reina com poder ilimitado e mantém todas as suas partes em admirável atividade harmônica, nas suas sensações e funções, de maneira que o espírito dotado de razão que reside em nós possa livremente dispor desse instrumento vivo e são para atender aos mais altos fins de nossa existência”. (Samuel Hahnemann, Organon da arte de curar, § 9)


Autor: Dr. Marcus Zulian Teixeira - www.homeozulian.med.br

domingo, 24 de maio de 2015

CRIANÇAS, ADOLESCENTES, OS PAIS E A HOMEOPATIA


"Se ainda há alguma resistência dos pais quanto ao uso da homeopatia como opção terapêutica, o melhor argumento para convencê-los é a eficácia". Garante Dr. Jacques Boulet, clínico geral e homeopata em Paris há 30 anos. É diretor do CEDH (Centro de Ensino e Desenvolvimento em Homeopatia - www.cedh.org) e autor de vários livros, entre eles “Homeopatia e Criança”. É considerado um dos mais conceituados médicos especializados em tratamento homeopático no mundo. 


O especialista defende o uso de medicamentos homeopáticos no tratamento infantil por considerar que é uma opção sem efeitos colaterais, ao contrário de antibióticos, cortisona ou ansiolíticos, que normalmente são drogas mais "pesadas" ou inapropriadas. "Além disso, o tratamento homeopático também é preventivo", destaca e acrescenta: "O tratamento homeopático deve ser uma opção terapêutica à escolha dos pacientes".

"A vivência que tive de 16 anos de Saúde da Família e 1 ano e meio de coordenação das PICs em Bragança, me faz acreditar que este é um bom modelo. Ainda um sonho, mas é sonhando que se chega à realização!" http://euamohomeopatia.blogspot.com – Drª Elizabeth Carvalho.



A Homeopatia é muito mais barata, tem sua comprovação já difundida nas bases do respeito, uso e cura de várias doenças crônicas ou agudas e tem a grande vantagem de além de tudo, dar uma visão geral sobre o indivíduo.


Tanto na vida quanto na homeopatia, devemos saber que quando se respeita as diferenças, as coisas avançam. Sendo assim, na homeopatia isso é fundamental. Sempre que chega um caso novo, ele realmente se torna único e assim cada conhecimento específico se torna um diferencial de extrema importância. A procura do similimum realmente é a estrutura mais exata de se encontrar o sucesso nas curas.

“Nada mais justo: criança não vem com “bula”! E os pais terão uma longa estrada a caminhar para conhecê-las e ajudá-las a trilhar e criar seu próprio caminho... e quer acreditem ou não este caminho começa já desde o início”.


Fonte pesquisada: http://homeopatiaparamulheres.blogspot.com.br/2011/06/criancas-adolescentes-os-pais-e.html?spref=bl

quinta-feira, 21 de maio de 2015

Homeopatia: no alívio do “incurável” quando se entra no "Paliativo"

Homeopatia: no alívio do “incurável”
por Similia Homeopatia


Muitas doenças são diagnosticadas tardiamente o que dificulta ou até impossibilita a cura. Mas mesmo quando reverter o quadro patológico se torna uma missão impossível, a homeopatia traz recursos poderosos para conforto e alívio das dores físicas e psíquicas.
A saúde é nosso bem mais valioso. É ela que devemos cuidar com o maior zelo e dedicação possível. Mas, mesmo com toda atenção que podemos destinar a nossa saúde, não estamos imunes de doenças. Das leves e passageiras as mais graves e até mesmo incuráveis.
O fato é que para viver bem, mesmo portando alguma doença incurável, a homeopatia pode trazer benefícios a curto, médio e longo prazo. Associada a tratamentos alopáticos medicamentosos, o tratamento homeopático pode contribuir para um estado geral melhor em pacientes terminais.

Tal expectativa é confirmada pelo especialista no ramo, Dr. Hélio Bergo, quando afirma que o paciente sempre poderá se beneficiar da homeopatia, seja qual for o tipo ou gravidade da doença. “A doença se apresenta no ser humano quando ele padece de algum desequilíbrio, de natureza dinâmica. Faz parte desse desequilíbrio os o Universo, os demais seres humanos e o próprio doente. Em caso de doenças crônicas, com grandes agravos e quando os recursos da medicina não mais são capazes de modificar favoravelmente o seu curso, entram em ação os cuidados paliativos”, ressaltou.
Esse tipo de auxílio medicinal envolve todo o núcleo familiar para fortificar a eficácia do tratamento homeopático, reforçou o Dr. Hélio. “Os cuidados paliativos constituem uma atuação multiprofissional e transdisciplinar voltada para o doente e seus familiares. Esta abordagem voltada ao doente está nos princípios da homeopatia, o que por si coloca a homeopatia como recurso de benefício ao doente. Estes benefícios são alívio de sintomas físicos ou mentais, tais como dor, transtorno de ansiedade ou depressão, Todos voltados a dar qualidade de vida até ao último momento”.
As doenças diagnosticadas como irreversíveis, ou em evolução constante, tais como Alzheimer, são por muitas vezes encaradas de maneira bem desgastante não só para o paciente em si, mas para todos em seu convívio. Profissionais de saúde seja homeopatas, ou não, costumam desviar a atenção para a terminalidade da patologia (caso prognosticada). Ocorre que é muito penoso para o médico estar presente junto ao doente nestas ocasiões, pois ele está lidando com a finitude da vida do outro.
No geral esse tipo de paciente apresentam sintomas além da doença que possuem, partindo do princípio neurológico. A fraqueza é o sintoma mais prevalente. Há também, perda do apetite, tristeza, dores e emaciação, entre outros. A homeopatia pode melhorar estes sintomas conforme as peculiaridades da história de cada doente, aponta ainda o dr. Hélio.

As formas de orientação e a indicação de tratamentos variam de acordo com o profissional, ou seja, a seleção do medicamento homeopático varia conforme a formação do médico homeopata. Em todas as abordagens, porém, tem que ser buscada algum forma de similitude, que é a ordenação basila da homeopatia: “Trate-se o semelhante com o semelhante”. Os sintomas manifestados no medicamento tem de ser semelhantes aos sintomas que o doente manifesta.

A abordagem multiprofissional em cuidados paliativos é priorizada e a ação transdisciplinar de todos os profissionais envolvidos emulsiona o resultado. O Dr. Hélio exemplifica como se dá sua avaliação em caso de pacientes com câncer: “Para alívio de dor oncológica, por exemplo, eu manejo tanto medicamentos homeopáticos quanto opióides. Ao mesmo tempo pode concorrer quimioterapia ou radioterapia paliativa, procedimentos de enfermagem ou de psicólogos, entre outros. Entretanto, o homeopata frequentemente se surpreende com o considerável alívio de um sintoma, como a dor ou a náusea intensa, mais eficazmente, ao usar homeopatia simultaneamente à redução ou retirada de potentes medicamentos não homeopáticos”.

segunda-feira, 11 de maio de 2015

PERSONALIDADES HOMEOPÁTICAS MAIS USADAS NO COMBATE A DEPRESSÃO



(A auto medicação é uma prática perigosa, consulte seu Homeopata)

Independente dos NÍVEIS aqui apresentados, essas são as matérias médicas que mais apresentam grau de depressão em suas personalidades. Quanto mais a estrutura emocional estiver ligada a personalidade, maior o dano. EXEMPLO: Thuya, com seu estado de minusvalia, pode passar a vida toda sem ser percebida e provavelmente poderá morrer de suas deficiências físicas. Arsenicum não, ele vai enlouquecer primeiro, depois terá transtornos físicos. As medicações com nível médio são aquelas que podem desenvolver um campo ou outro primeiro, estão no meio do caminho e possuem as duas tendências.

NÍVEL DE ALTA EFICÁCIA ESPECÍFICA

Arsenicum album - Essa ansiedade é intensa, quase sempre associada ao medo, que é acentuado no início da manhã. Um mau humor ansioso e forte. São ataques de ansiedade e preocupação, o que fazem com que ele pule para fora da cama. Medo terrível da morte. Uma intensa ansiedade que pode ser chamada de agitação, não só do corpo, mas por dentro, nos músculos, nas entranhas. Ele tem um grande desejo de companheirismo. Outras vezes é grande prostração que acompanha o sentimento de culpa.

AURUM metalicum – Pensa em suicídio, é uma Tristeza que dá à noite. Seus pensamentos são tristes e depressivos. Grande sentimento de culpa. É introvertido e fala para si mesmo, não busca ninguém para falar. Frustração. Depressão durante a menstruação e a menopausa. É hipersensível, irritado. Grande desejo de ar fresco. A música é a única coisa que o faz se sentir melhor. Tem certeza que perdeu o carinho de seus amigos. Tem uma enorme, grande tendência ao suicídio.

Aurum muriaticum – Está cansado da vida e chora muito facilmente, aquele choro silencioso. Não consegue estar só. Pensa no suicídio e até fala dele. Sua depressão é profunda. Pensa e tem a sua preocupação voltada para a sua saúde.

Carbo animalis – o estado depressivo que afasta a todos de perto, não quer conversar. Tem desejo de solidão. Chora facilmente. Acredita que todos os sons que ouve, vem de outra dimensão e procura a solidão para entendê-los. Mente confusa e perplexa pela manhã. Uma eterna nostalgia, que não se sabe de que.

Causticum – desde pequeno é triste, melancólico e chora pelas coisas menores, simplesmente não segura as lágrimas. Se sente covarde diante das coisas e é mesmo, ele sabe disso. Desconfia de tudo, se ofende com tudo, sempre descuidado e distraído. Possui uma memória fraca.

Chamomilla – Eis uma boa referencia, Chamomilla tem medo do vento e expressa isso. É inconsolável, não há nada que alguém diga; que poderá alterar seu estado de rigidez. É avesso ou indiferente a qualquer notícia agradável. Os estados melancólicos dessa medicação constituem períodos de completa rigidez.

Helleborus níger – Outra medicação que expressa a indiferença, só que desta vez é a tudo, notícia boa ou ruim, não importa. São reservados, tristes, melancólicos e nostálgicos. Tem tendência suicida. Seu silencio apresenta traços de desespero, entretanto, isso ocorre por medo da morte ou pela busca de sua cura. Ele sabe que está doente, não reage, desespera. Indeciso sobre tudo. Suspiro involuntário e constante.

Ignatia amara – Eis uma das maiores medicações para doenças de origem emocional, com causas recentes. Como Ignátia não quarda sentimentos por muito tempo, as causas sempre possuem um período curto de no máximo 2 messes. Podem aparecer por imposição de castigos, mortificação, culpa, amor não correspondido ou por contradições e não estabilidade. Seu humor também fica variável – muito – indo do riso a tristeza completa rapidamente. Facilmente chega a histeria e poderá chorar involuntariamente, ou seja, sem se dar conta, o choro vem. Suspiro constante que se dá conta. Assustam-se facilmente. A crise poderá se agravar quando consolada. Após se dar conta do fato que a atingiu, tem a tendência a febre rasa, choro fácil, isolamento e muito sono. 

Lac caninum – expressa ansiedade, se esquece de tudo e sua memória acaba por ser insuficiente. Tem medo de ficar só e grande desejo por companhia constante. Lac apresenta de forma bem marcante, uma tristeza crônica no período da menstruação e é aí que observamos mais de perto a depressão pós parto. Neste período ela pode chorar o tempo todo sem perceber. Tem desejo de morrer.

Lachesis – Está cansada da vida e apresenta apatia em seu trabalho diário. Recusa-se a tomar medicamentos e quando agravado ao próprio tratamento, sempre com lágrimas. Existe uma tristeza que acompanha especialmente as meninas, adolescentes na puberdade e a entrada na menopausa que são visíveis, visto a alegria que esta personalidade apresenta quando está bem. Costuma pensar na morte e falar sobre suas premonições quanto à morte.

Lilium tigrinum – Outra medicação da chamada depressão profunda ou severa, acompanhada de choro e desespero. Acha que sua alma não terá o perdão dos seus pecados e se desespera por isso. Confortá-lo piora tudo. Indiferença real por tudo e por todos. Tem medo de estar só, em qualquer momento ou atividade que faça.

Lycopodium – Sua infelicidade é clara e transparente. Sofre em silencio, seja por mortificação, por choques físicos ou emocionais, excessos sexuais ou por reprimir sua raiva. Quando sua depressão alcança o topo, se torna ditatorial, arrogante e acusa a tudo e a todos ou ao seu alvo de rejeição. Hipersensível a música (emotivo) e a ruídos (receio e desconfiança).

Nitricum acidum - Aqui ocorre o que se pode chamar de delírio irracional ou acesso de fúria, daqueles que acontecem quando se está tudo calmo e tranqüilo, do nada, não existe motivo para tal reação. Essa personalidade pensa no suicídio, mais como morre de medo de morrer, acaba por não cometê-lo. Pensa na morte, tem palpites de como seria morrer, deseja estar morto e isso ocorre ao menor sinal de cansaço e esgotamento. Desenvolve durante este estágio doentio uma hipersensibilidade a todos os barulhos externos e cria falsas impressões de coisas simples como o barulho de uma gota de água caindo ser o motivo de uma dor qualquer que velha a sentir.

Phosphoricum acidum - Seus principais sintomas são decorrentes de desilusões e frustrações, ou seja, distúrbios emocionais. Neste caso podemos classificar: desilusão no relacionamento, antecipação de eventos, restrições sofridas no trabalho ou em casa, mortificação, culpa, amor não correspondido ou mesmo choque. É uma tristeza que não vai embora, uma nostalgia que se prolonga. A grande diferença dessa medicação é que o físico se recente claramente e em conjunto apresenta esgotamento físico, cansaço e esgotamento nervoso, sem forças para manter relações sexuais. Ele não pode pensar em nada, não há interesse nenhum, por nada, nada o motiva depois do que ocorreu. Torna-se comum o estado de estupor grande seguido de desmaios.

Natrum carbonicum - Natrum é deprimido, triste e melancólico por natureza, sempre foi assim, as pessoas o reconhecem assim, entretanto esse quadro se agrava e muito em duas situações claras: 1. Por ouvir música (faz a junção da melodia com o sofrimento), especialmente por piano e 2. Quando muda seus hábitos alimentares. Sempre se coloca em situações de ansiedade e apreensão, mais não sabe lidar com ela. Pode ter acessos de riso e profunda tristeza, ambas seguidas de gritos - ouvido essa músicas ou dormindo. Pensa na morte.

Natrum muriaticum - É espiritualmente afetado por desilusões, por frustrações, por sansões, amor não correspondido, por mortificação, tendo em mente fatos que ocorreram a algum tempo atrás. Não sofre por coisas muito recentes, sempre são conseqüências de algo anterior. Seu sofrimento exprime uma tristeza profunda, um ressentimento que não passa; que é sempre guardado e relembrado. Cobra o que não teve ou o que fizeram com ele, mais não muda de postura em relação aos outros. Prefere estar sozinho e piora muito se consolado ou no meio de outras pessoas. No auge desse estado pode apresentar sonambulismo e profunda prostração física se precisar falar sobre qualquer assunto, mesmo que seja pouco. Nas mulheres esses sintomas pioram muito no período menstrual. 

Natrum sulphuricum - Fala, pensa e apresenta clara tendência ao suicídio. Entretanto internamente tem medo do suicídio, do ato em si. Medo de se ferir. A música também o entristece muito, mais quando está ao ar livre, andando, melhora bastante, se torna mais disposto e menos melancólico. Cheio de manias quando se instala o quadro depressivo. Piora nos períodos chuvosos. Depressão dos usuários de droga e das pessoas que já sofreram algum tipo de lesão cerebral.

Platina - Essa personalidade chora involuntariamente, especialmente nas mulheres em período menstrual. Pensam que estão caindo, saindo fora de uma trajetória reta, que estão sozinhos no mundo. Não suporta companhia e até piora pelo consolo. Tem acessos de riso em momentos sérios e chora nas horas alegres, sentindo profunda tristeza. 

Pulsatilla - não perdem a doçura, a meiguice, a suavidade e nem a timidez, choram copiosamente ao tocarem nos motivos que a fazem sofrer. Se sente profundamente abandonada, desamparada e largada sem consideração. Não há carinho que a console. Tem medo de enlouquecer, por isso, está sempre quieto e retraído. Se sente só no meio da multidão, inconsciência temporária ou não quando está no meio de pessoas acolhedoras ou de situações agradáveis. Entristece em locais fechados. Seus distúrbios são por decepções ou frustrações. Têm certeza de as pessoas (inimigos) que não gostam dela a perseguem, no trabalho, em casa, na rua. Tem visões horríveis ao fechar os olhos, vê figuras demoníacas, fogo e pode chegar ao delírio, gritando involuntariamente quando dorme. Piora depois do meio dia até a noite. Grita, fala, sorri e chora em meio ao sono. Está muito ligada a psicose pós parto.

Rhus tox - Chora involuntariamente e verdadeiramente não sabe por que chora. Piora muito a noite ou quando transpira bastante por algum esforço ou calor. Pensa em suicídio, por afogamento, mais acha que isso não teria não valor ou mérito. Detesta ter que pensar, se cansa de forma desesperada. Sente muitos medos e se atormenta e se cansa por pensar neles.

Sépia - não existe alegria, nem uma sobra de felicidade, tudo é lento e lerdo, não pensa em sexo e nem em amor, foge de carinho. Quando bem, sua capacidade de amar especialmente os membros da família é enorme, quando adoecida sua aversão e indiferença é total, eles simplesmente não existem e não importam. Não consegue conter os gritos, melhora e faz festa em momentos onde ocorrem tempestades. Não tolera carinho e nem consolo. Faz questão de evitar as pessoas. Tudo piora ou se apresenta após uma relação sexual ou depois da metade do dia. Fica confuso e muito irritado sobre qualquer interpelação. Piora muito no frio, tem medo de chegar à noite e ter de dormir ou ter relações sexuais. Desmaia com facilidade. Ocorrem momentos de sudorese profunda com piora do quadro psicológico.

NÍVEL MÉDIO DE EFICÁCIA ESPECÍFICA.

Silícia - seu estado depressivo é nervoso e ocorre mais por motivos relacionados ao trabalho. Está exausto, infeliz e cansado do trabalho e da vida. Pensa em cometer suicídio pulando de um local bem alto. São obcecados por pinos, facas, espinhos, agulhas ou qualquer objeto pontiagudo, ama todos eles e morre de medo também. Costuma ter alucinações com tais objetos. Chora facilmente porque é muito sensível a todas as coisas da vida.

Sulphur - essa medicação pensa em suicídio, pulando de altura determinada, se afogando em lugares distantes ou mesmo lhe dando um tiro na cabeça, mas acham que não tem valor pra isso. Pensa nisso e se entristece especialmente depois que se deita e vai pensar na vida. Está exausto, cansado, infeliz. Piora muito a noite. Recusa-se a tomar banho.

NÍVEL BAIXO DE EFICÁCIA ESPECÍFICA

Thuya - Se sente descartado das situações, jogado fora, a pior de todas as pessoas. Deseja morrer e pensa no assunto. Sempre entediada e sempre cansada. Pode seguir assim por toda a vida, sem ser notada.

Zincum - Melhora considerável do estado depressivo assim que desce sua menstruação. Detesta esforço, não gosta de exercícios de caminhar, correr e de nada que lhe de trabalho e lhe exija esforço. Tem certeza de que sua morte é questão de tempo esse tempo é curto. Pode permanecer assim por anos.

Os sentimentos não são causas isoladas, são reflexos, formam um conjunto que afetam a estrutura física do indivíduo. Aprendendo mais um pouquinho sobre a forma com que reagimos às estruturas da vida, podemos nos ajudar mais e ajudar os outros. Podemos procurar ajuda mais rápida e mais consciente.

 Fonte: Homeopatas dos Pés Descalços